RSS

Arquivo da categoria: Colaborações

Novas informações

Para cumprir uma avaliação da disciplina Técnica de Redação aplicada às Relações Públicas I, os alunos  do 5º período de Relações Públicas foram a campo em busca de novas informações para atualizar o Blog do Decom no final do mês de abril e na primeira quinzena de maio. Realizaram entrevistas, gravaram vídeos e redigiram os posts. Boa leitura!

Em abril o Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação formou novos mestres

Eleições definem os novos coordenadores dos cursos de RP e Jornalismo

Assembléia Geral na UFAM indica greve

Construção do novo prédio do ICHL

Oportunidade: PETCom seleciona novos bolsistas

Inscrições para o Congresso Nacional da Intercom encerram em junho

 

Tags: , , , ,

Inscrições para o Congresso Nacional da Intercom encerram em junho

Por Adria Santos

Com o tema central ”Esportes na Idade Mídia – diversão, informação e educação” o XXXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares de Comunicação – Intercom, está com o período de inscrições aberto. O congresso será realizado de 3 a 7 de Setembro de 2012, na UniFor - Universidade de Fortaleza. O estudante interessado deverá realizar sua inscrição somente pelo site, preenchendo a ficha de inscrição e gerando uma via do boleto bancário.

O estudante deve atentar para os prazos pois as inscrições de trabalhos serão até o dia 29 de Junho, mas o  pagamento da taxa deve ser feita até 26 de Junho. Para os estudantes de graduação e recém graduados, a taxa de inscrição é de R$120,00 até o dia 26 de Junho. Do dia 27 de Junho ao dia 10 de Agosto, as taxas de inscrição variam de R$144,00 à R$168,00. Mais informações clique aqui.

 

Tags: ,

Construção do novo prédio do ICHL

Novas salas de aula

Por Gislaine Melo e Vanessa Stone

O novo prédio do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL) possui 27 salas, das quais 17 serão usadas para fins administrativos e 10 como salas de aulas que possivelmente serão destinadas para os cursos que não possuem local fixo como o de Relações Públicas, Jornalismo, Serviço Social e Filosofia.

Segundo o Diretor do ICHL, prof. Dr. Nelson Noronha, “a entrega do prédio ainda não foi possível por falta do mobiliário, que deveria ter chegado no dia 26 de março, mas as instalações dos aparelhos de ar-condicionado já estão concluídas.”

No dia 03 de maio, atendendo ao convite da vice-diretora do ICHL profa. Simone Baçal, professoresde vários departamentos realizaram uma visita nas instalações do novo prédio, que contou com a presença dos professores do Decom Allan Rodrigues, Inara Costa e Mirna Feitosa. De acordo com a profa. Inara Costa espera-se que o novo bloco seja inaugurado no 2º semestre de 2012 e que as salas de aula possam resolver, ou pelo menos, amenizar a problemática da distribuição das turmas que ocorre todo semestre.

 

Tags: , ,

Assembleia geral na UFAM indica greve

Crédito: ADUA

Por Alessandra Amarante e Lucianna Oliveira

Realizada na quarta-feira (25), a Assembléia Geral Universitária, marcou o Dia de Paralisação Nacional dos Servidores Públicos em Manaus. Cerca de duzentas pessoas, entre professores, técnico-administrativos e estudantes compareceram ao Hall do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL) e compartilharam sua indignação com o descaso que o governo trata a educação pública. A Assembléia não foi realizada com o propósito de decidir sobre a greve, mas de alertar à comunidade e atrair apoio para a causa.

A professora Conceição Derzi do Comando de Mobilização informa que “na Assembléia, nós selamos o movimento, não mais apenas de professores, mas de administrativos, professores e estudantes de modo que, agora, o movimento reivindicativo para a educação é dos Universitários”. Derzi também destaca que as mobilizações seguirão até o dia 15 de Maio quando haverá uma Assembléia para decidir sobre a greve. Até lá, espera-se que o Governo atenda as reivindicações.

Durante a manhã cerca de 80 professores e técnicos participaram de uma mobilização na frente ao Campus onde distribuíram panfletos e depois saíram em carreata pelos setores Norte e Sul. Os docentes reivindicam, entre outras coisas, a paridade e integralidade entre ativos, aposentados e pensionistas e o reajuste de benefícios, enquanto, os técnico-administrativos querem o aumento do piso salarial, reajuste do auxílio-alimentação e valorização da carreira.

 

Tags:

Eleições definem os novos coordenadores dos cursos de RP e Jornalismo

Por Adilson Braga, Leandro Leite, Kamila Tereza e Gilmar Correa

No ultimo dia 25 de Abril aconteceu no Departamento de Comunicação Social as votações para a escolha dos novos coordenadores dos cursos de Relações Públicas e de Jornalismo. As eleições tiveram chapa única composta pelas professoras Judy Tavares e Maria Emília para a coordenação de RP ao passo que para Jornalismo, candidataram-se os professores Gilson Monteiro e Antônio José (Tonzé).

A coordenação de comunicação tinha como representante dos dois cursos o professor Henrique Wendhausen que, em entrevista, nos definiu o papel do coordenador de um curso como “aquele que tende a mediar os interesses comuns entre alunos e professores, elevar esses interesses junto às esferas administrativas e atuar como zelador das obrigações exigidas pelo MEC”.

Wendhausen disse também que “cabe a coordenação acompanhar as instâncias produtivas dos cursos nos três pilares da instituição: ensino, pesquisa e extensão”. Quando questionado sobre a finalidade da coordenação ser subdividida ele respondeu que “o MEC, enquanto instituição fiscalizadora, regula os cursos superiores tendo como um dos critérios a formação profissional do coordenador além de outros requisitos. Ademais, as quantidades de cada coordenação são tantas que exigem mais dedicação por haver cursos distintos e não mais um curso de Comunicação Social com duas habilitações”.

A eleição teve o número de 74 votos – desses, 26 para Jornalismo e 48 para Relações Públicas – dentre docentes, discentes e técnicos. Devido a uma paralisação de nível nacional dos servidores públicos ocorrido no mesmo dia, o número de comparecimento às urnas não correspondeu ao número de alunos matriculados regularmente nos cursos, mas o resultado será homologado no próximo dia 7 de Maio em reunião departamental.

O Decom dá as boas vindas aos novos coordenadores eleitos e deseja uma excelente gestão!

 

Tags: , ,

Em abril o Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação formou novos mestres

Por Gisele Fernandes e Swênnya Azevedo

O programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação formou no mês de abril quatro novos mestres: Denise Rodrigues, Jonária Franca, Liliana Rodrigues e Jonas Gomes Júnior. Através desse programa, o professor substituto Jonas Gomes Júnior realizou sua defesa de dissertação, intitulada A Complexidade e o Capital Social no perfil da Fundação Amazonas Sustentável no Twitter, no dia 19 de abril as 14h, no auditório Rio Solimões, ICHL.

O objetivo do trabalho foi elaborar um quadro de referência sobre a Teoria de pensamento complexo e a Cibercultura, relacionar os princípios do pensamento complexo ao sistema social do micro blog Twitter da FAS, analisar a rede social digital gerada no perfil do Twitter da FAS a partir da visão de Capital Social e identificar as relações sociais, a partir dos princípios da Teoria da Complexidade de Edgar Morin.

A banca examinadora foi composta pelas professoras doutoras Denize Picolotto Carvalho Levy (presidente), Luiza Maria Bessa Rebelo, Thais Helena Chaves de Castro e Maria Emília Abbud.

Leia a entrevista completa com o prof. Jonas Jr.:

1. Quais os objetivos da sua pesquisa?

JJ: A pesquisa desenvolvida no âmbito de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação se insere na Linha de Pesquisa chamada Ambientes Comunicacionais Midiáticos. Nesse sentido, a pesquisa tinha como objetivo geral identificar a Complexidade das relações sociais existentes no Perfil da Fundação Amazonas Sustentável (FAS). Para identificar essa complexidade utilizamos o conceito de Capital Social e os princípios da Complexidade de Edgar Morin.

2. Acreditas que se uma organização, pode ser a FAS, utilizar essa ferramenta direcionada pra um público que não seja dessa geração Y, conseguirá obter seu objetivo de um fluxo de comunicação e relação entre a organização ou sempre o direcionamento do público vai ser mais jovem, os quais são mais acostumados com tecnologia, a internet e suas redes sociais?

A utilização do Twitter, ou de qualquer outro site de Rede Social, deve estar condicionada a uma dimensão estratégica da Organização. É preciso antes de decidir pela utilização da Internet e seus meios, saber se realmente é necessário esse recurso. Alguns públicos de interesse de algumas organizações não estão nas redes. Daí ser necessário sempre fazer pesquisas para saber onde estão os públicos. Contudo, nota-se que os ambientes virtuais são dominados pela geração mais jovem, pois praticamente nasceram nesse meio, com as mãos no mouse. Assim, as organizações podem utilizar-se dessa característica do meio para suas estratégias digitais, por exemplo, criar campanhas de mobilização por meio dos Sites de Redes Sociais. Além disso, as Organizações podem fazer uso dos sites de uma forma colaborativa, destacando que aquela rede não está pronta, entregue, cada usuário pode contribuir com a montagem, customização da rede. Pode ainda criar redes específicas para interesses específicos.

3. Falar sobre internet e redes sociais é como entrar num universo novo. Quando resolveu trabalhar com essa ferramenta, como determinou as limitações dos assuntos?

Realmente. A temática ‘‘Internet e Redes Sociais’’ tem contribuições a todo o momento, é algo que tem despertado a atenção de diversos pesquisadores e profissionais. Tem sido chamado de ‘‘Cibercultura’’ esse campo de conhecimento que investiga as mais diversas manifestações nos ambientes virtuais. Quando resolvi estudar a Cibercultura e as Novas Tecnologias, tive que determinar uma ferramenta, no caso o Twitter. Em 2010, o microblog estava na sua fase de maior ascensão. A escolha implicou leituras sobre o tema e, posteriormente, passei a fazer uma revisão de literatura, os trabalhos que já tinham sido publicados. Identifiquei 120 trabalhos no Intercom, diversas teses, dissertações e vários artigos. A partir de então, passei a ler e escrever o Capítulo III sobre o Twitter no Ciberespaço, destacando questões conceituais como o que é Twitter, Rede Social, Ciberespaço e Capital Social. Trata-se do capítulo teórico fundamental.

4. De que forma ocorre a dinâmica do processo comunicacional nas relações sociais no Twitter da Fundação Amazonas Sustentável?

A dinâmica é complexa, pois existe uma série de valores e motivações envolvidas. Um espaço tão simples visualmente pode revelar uma série de interesses (financeiros, econômicos, sociais…), motivações diversas (algumas implícitas ao ato de seguir) e motivações que estão na lista de prioridades de cada um. Assim, essa dinâmica comunicacional é marcada por diferentes formas de Capital Social, ou seja, aquilo que permite que as relações sociais sejam estabelecidas, como diz a prof(a). Maria Araújo ‘‘a argamassa necessária’’. Identificamos algumas formas de Capital Social e destacamos o Capital Social Cognitivo relacionando-o a Informação, isto é, umas das motivações para seguir é justamente a Informação que é transmitida, o espaço é um espaço informal na sua essência.

5. Quais as relações sociais que você conseguiu identificar, a partir dos princípios da Teoria da Complexidade, no Twitter da Fundação Amazonas Sustentável?

Notou-se que há um denso circuito comunicativo em virtude das diferentes formas de Capital Social que, por sua vez, indicam valores díspares e manifestos (Popularidade, Reputação, Conhecimento, Visibilidade, Acesso à informação, Suporte Social e Laços Sociais). Percebe-se que há uma Complexidade no Sistema Social da FAS, visto que há uma série de interesses envolvidos, que são expressos por meio das diferentes formas de Capital. Os valores envolvidos nessa complexa trama envolvem motivações e interesses que cercam as atualizações que partem principalmente para o acesso à informação qualificada.

Sobre o mestrando:

Jonas da Silva Gomes Júnior é profissional de Relações Públicas formado pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), tecnólogo em Produção Publicitária pelo Instituto Federal de Educação e Tecnologia do Amazonas (IFAM) e especialista em Marketing Empresarial pela UFAM. É sócio da Sociedade Brasileira de Ciências da Comunicação (Intercom). Atualmente, é mestre em Ciências da Comunicação, pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação na UFAM e foi bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

 

Tags:

Faroeste caboclo – por Sérgio Freire*

FC1Recebi um telefonema de uma amiga professora da Ufam. Ela  me relatou o ocorrido com o professor Gilson Monteiro, do Departamento de Comunicação. Para quem não sabe, o professor foi agredido por Amim Aziz, irmão do vice-governador do Estado, Omar Aziz. Ele comentou em sala de aula que a imprensa de Manaus sofre influência política e citou como exemplo a cobertura insossa da mídia local no caso da CPI da pedofilia, em que circulava o nome do vice-governador.  A agressão se deu quando uma sobrinha de Omar, aluna do curso, sentindo-se ofendida, chamou o tio Amim. O tio chegou dando uma voadora em Gilson.

Vivemos em um estado democrático de direito, que pressupõe direitos e responsabilidades. Não sei o que o professor efetivamente disse, mas nada justifica o desfecho. Ao se sentir ofendida, a aluna deveria buscar os caminhos jurídicos que protegem os cidadãos. O código penal prevê os crimes de calúnia, injúria e difamação, julgados a partir de todo um processo com amplo contraditório, arrazoados e testemunhas que subsidiam a justiça em seu julgamento, absolvendo ou condenando alguém pelos crimes.

Ao optar pela lei de talião (do latim Lex Talionis, lex: lei e talis: tal, parelho), que consiste em retaliação, frequentemente expressa pela máxima “olho por olho, dente por dente”, o agressor ignorou a justiça, seus limites e se pôs, portanto, sujeito às penas jurídicas. Sem limites, a sociedade entra em colapso. Daí a necessidade de regramento. Gilson tomará suas providências jurídicas pela agressão sofrida e Omar, se quiser, tomará as suas pelo alegado crime de calúnia. Mas há desdobramentos.

O soco que Amim deu em Gilson o atingiu empiricamente, deixando-lhe um olho roxo. Mas tão grave quando a agressão empírica é a agressão simbólica. Essa não foi só em Gilson, mas na Universidade como um todo. Eu mesmo, como parte dessa Universidade, ainda sinto o pontapé no estômago. A Ufam, a meu ver, deveria ter reagido imediata e veementemente para resguardar o institucional. Hoje foi Gilson, amanhã serei eu. Imagine, leitor, se os professores da Arca de Noé resolvem me pegar no estacionamento por causa do meu “crime” de opinião? Se em uma aula de Análise de Discurso, ao criticar o discurso militar da perda de soberania ou o discurso falacioso dos rizicultores sobre a falência econômica de Roraima no imbróglio Raposa-Serra do Sol sou preso ou levo uns cascudos do arrozeiro Paulo Quartiero?

Interessante foram os comentários dos políticos estampados nos jornais e as opiniões emitidas em rádios como a Difusora e CBN. Todos condenam o professor por estar se metendo onde não devia. Nenhum fala do crime que cometeu Amim ao agredir o professor dentro de uma Universidade Federal. “Professor deveria dar aula e não formar opinião”, diz uma deputada-professora, querendo formar opinião.  É assim que funciona: o poder político determina os limites do dizer e para que lado pendem as opiniões daqueles que orbitam ao seu redor. A cobertura do caso prova a tese de Gilson em sala de aula.

Fato é que esse episódio deve ser levado juridicamente às últimas consequências. A Ufam, como instituição, deve reagir. Se a moda pega, viveremos na música do Legião Urbana.

* Sérgio Freire é professor  do departamento de Línguas Estrangeiras e vice-diretor do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Ufam.

O artigo acima foi publicado originalmente em: http://sergiofreire.com.br/

 
 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.